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Ficha de anamnese facial: conheça sua importância para a dermatologia

A anamnese facial é uma modalidade dentro da prática da anamnese. Esse é o primeiro contato do profissional com o paciente e, sendo assim, é uma ferramenta bastante rica. Ela que irá nortear todos os procedimentos, garantindo a boa relação entre as partes e a segurança e o sucesso do tratamento. 

Continue a leitura do texto para saber mais sobre a anamnese facial!

 

O que é anamnese?

A anamnese é uma espécie de entrevista feita pelo profissional da saúde em uma primeira interação com o paciente. Nela, são coletadas as informações relevantes para o levantamento de hipóteses de possíveis diagnósticos. Então, a partir dela, o profissional terá as noções necessárias para definir e propor tratamentos e orientações de forma assertiva e segura.

Leia também: Ficha de anamnese corporal: como usar o documento 

Geralmente, para facilitar o armazenamento das informações, uma ficha padrão é preenchida enquanto o profissional questiona e escuta seu paciente. Esse momento é muito importante para a construção da relação médico-paciente, fator fundamental para a conquista da confiança, que deve ser a base de todo atendimento.

 

O que é anamnese facial?

A anamnese facial é uma forma mais direcionada de fazer a entrevista pré-diagnóstica da face do paciente. Muito utilizada por profissionais que trabalham com dermatologia ou estética, ela é voltada para questões que envolvem a análise da pele do paciente. Dessa forma, da mesma maneira que a anamnese convencional, o profissional conseguirá entender melhor cada caso e indicar o tratamento. 

É nesse momento, portanto, que o profissional conseguirá detectar qualquer possível problema que possa interferir na eficácia ou segurança de um procedimento indicado para o paciente. Isso seja para tratar alguma doença dermatológica, corrigir questões estéticas ou alguma outra necessidade específica.

Dessa maneira, a anamnese facial é uma etapa indispensável em qualquer atendimento. Realizar um procedimento ou receitar um tratamento sem que haja o cuidado com possíveis efeitos colaterais pode colocar a saúde de seu paciente em risco, e isso é muito sério. Por isso é importante lembrar que, antes de receitar qualquer tratamento ou ação, é preciso olhar para o paciente de forma atenciosa.

 

Quais são os objetivos da anamnese facial?

Antes de partir para a entrevista, é preciso definir quais são os objetivos da anamnese facial. Dessa forma, fica mais fácil realizar as perguntas e direcionar a conversa para obter informações relevantes. A experiência do profissional permite que, ao longo dessa comunicação, algumas hipóteses sejam levantadas ou descartadas. Assim, ele usará a anamnese de forma estratégica.

Confira, abaixo, os principais objetivos do médico ao construir a sua ficha de anamnese facial:

 

1 – Confiança

O primeiro objetivo deve ser, sem dúvidas, alcançar a confiança do paciente. Na maior parte das vezes, tanto o médico quanto o paciente possuem a mesma intenção na hora da consulta, que é entender e encontrar a solução para o problema que está sendo apresentado. Por isso, fornecer plena atenção àquilo que o paciente fala é essencial. 

No artigo científico “A interação médico-cliente”, publicado na Revista da Associação Médica Brasileira, lê-se que cerca de 83% de tudo o que é falado na hora da entrevista de anamnese parte do médico. E que, portanto, para avançar no objetivo central, que é encontrar informações relevantes, é preciso buscar dar voz ao cliente. 

É claro que algumas pessoas tendem a ser mais retraídas, mas é papel do médico buscar romper essa barreira e deixar o paciente à vontade para falar sobre tudo. Desde o que diz respeito ao seu quadro clínico e ao seu histórico médico, além de suas principais necessidades.

 

2 – Hábitos e rotina

O segundo objetivo deve ser entender alguns fatores externos, mais ligados aos hábitos e rotina do paciente. Isso está relacionado à alimentação, prática frequente, moderada ou inexistente de exercícios físicos, uso de medicamentos, bebidas alcoólicas e tabagismo, por exemplo. Essas informações podem nortear muito o trajeto até o diagnóstico.

 

3 – Diagnóstico

Depois de perguntar, ouvir e conhecer os sintomas e as queixas do paciente, o objetivo final do médico é encontrar o diagnóstico correto e seguro. Dario Giannini, autor do livro “Simulação de Doenças – Abordagem e Diagnósticos”, afirma que a anamnese é responsável por completar 70% dos diagnósticos. Por isso a importância dessa entrevista na rotina do médico. 

 

Em quais situações a anamnese facial é recomendada?

Antes de qualquer tipo de atendimento que envolva a pele do paciente é necessário realizar a anamnese facial. Profissionais que trabalham com dermatologia respondem pelos danos causados por um possível erro. Por isso, o atendimento deve ser cauteloso e responsável. 

Para evitar danos estéticos e frustrações morais, que podem tomar proporções judiciais, é necessário estabelecer a anamnese como forma de analisar cada caso e proporcionar segurança ao paciente. Antes da entrevista, é preciso deixar claro para o paciente que as informações coletadas devem ser verdadeiras e detalhadas. 

 

Como elaborar uma ficha de anamnese facial passo a passo? 

Para facilitar o armazenamento das informações colhidas na anamnese, é possível criar uma ficha padrão para preenchimento. Dessa forma, o profissional não corre o risco de se esquecer de questionar sobre as informações que devem ser colhidas em todos os atendimentos, independentemente do caso. Na ficha, devem constar:

  • Data do atendimento
  • Dados do paciente: como nome, sexo e data de nascimento
  • Formas de contato: número de telefone, e-mail, endereço e contato de emergência
  • Motivo do tratamento: com as queixas e os sintomas
  • Alergias
  • Cremes e medicamentos utilizados
  • Informações ligadas aos hábitos e estilo de vida: prática de atividade física; se fuma ou bebe; se tem exposição constante ao sol; se faz o consumo adequado de água; sobre alimentação e qualidade do sono
  • Histórico médico: se já foi submetido a algum tratamento ou cirurgia; se tem doenças como diabetes, colesterol, hipertensão, úlceras ou gastrite, hepatite, HIV, entre outras
  • E para mulheres: informações sobre o ciclo menstrual, ovário policístico e uso de anticoncepcional

 

É importante salientar que essa ficha deve ser preenchida sem que haja a padronização de atendimento. Ou seja, cada caso vai demandar um direcionamento específico e, do mais simples ao mais complexo, os pacientes precisam encontrar o mesmo tipo de atenção do profissional.

A partir da interpretação das informações, o médico conseguirá dar continuidade no diagnóstico, sugerir o tratamento e orientar os pacientes da melhor forma. Para estimular a sequência de cuidados prescrita, o médico pode sugerir a utilização da tecnologia como aliada para o acompanhamento do paciente. 

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